Iga Swiatek em quadra durante torneio da WTA

China Open 2026: Swiatek encerra série de 16 vitórias de Gauff e decide o título com Samsonova

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Iga Swiatek em quadra durante torneio da WTA
Iga Swiatek volta a uma final de WTA 1000 no China Open. Foto: Wikimedia Commons (CC BY-SA) — imagem de arquivo.

A final do China Open 2026, o WTA 1000 de Pequim, está definida — e ela terá cara de reencontro entre uma velha conhecida das decisões e uma surpresa muito bem-vinda. Neste sábado (26), Iga Swiatek atropelou Coco Gauff por 6/2 e 6/3 e, de quebra, encerrou uma impressionante série de 16 vitórias seguidas da americana. Do outro lado da chave, a russa Liudmila Samsonova bateu a nova número 1 do mundo, Elena Rybakina, por 7/6 (9/7) e 6/3, e carimbou vaga na final marcada para este domingo. Foi um fim de semana de zebras e reviravoltas em Pequim.

Swiatek desliga a máquina de Gauff

Coco Gauff chegava embalada, com 16 triunfos consecutivos, mas encontrou pela frente uma Swiatek em versão de gala. Segundo o acompanhamento ao vivo do site the Score, a polonesa cometeu apenas quatro erros não forçados no primeiro set e quebrou o serviço da rival em momentos decisivos, controlando o ritmo do começo ao fim. Não houve espaço para a reação americana: 6/2 e 6/3 em pouco mais de uma hora de quadra dura.

Mais do que o placar, chamou atenção o tom do desabafo de Swiatek após a vitória. “Estou muito feliz com a minha atuação. Parece que consigo jogar livre de novo, então estou realmente feliz. Fazia um tempo que eu não me sentia assim”, declarou a polonesa, em fala reproduzida pelo the Score. Para quem vinha de uma temporada de altos e baixos, reencontrar a leveza contra uma adversária do calibre de Gauff é um recado e tanto para o resto do circuito.

Samsonova mantém tabu sobre Rybakina e faz a zebra

Se a vitória de Swiatek era esperada, a outra semifinal teve gostinho de surpresa. Liudmila Samsonova bateu a cazaque Elena Rybakina por 7/6 (9/7) e 6/3 e, de acordo com o the Score, seguiu invicta no confronto direto — agora são quatro vitórias em quatro jogos contra a nova líder do ranking. A russa salvou o primeiro set num tie-break dramático e, embalada, dominou a parcial seguinte para chegar à sua maior final da temporada.

A campanha de Rybakina, aliás, tinha um sabor especial: foi ela quem despachou a até então número 1 do mundo, Aryna Sabalenka, ainda nas quartas de final, por 7/5 e 6/2, num duelo em que a cazaque disparou 12 aces e quebrou o saque da bielorrussa quatro vezes, conforme o balanço da flashscore. A queda precoce de Sabalenka foi mais um capítulo da dança no topo do ranking feminino — que, como mostramos no ranking da WTA após o US Open 2026, quando Rybakina destronou Sabalenka, anda mais embolado do que nunca.

Swiatek x Samsonova: o que esperar da final

Na decisão deste domingo, Swiatek entra como favorita pelo retrospecto e pela regularidade em grandes palcos, mas Samsonova tem armas para incomodar: saque potente, bola pesada e a confiança de quem vem de uma sequência de bons resultados em quadra rápida. Em dia inspirado, a russa consegue tirar o tempo de qualquer adversária — e a final de um WTA 1000 é justamente o tipo de vitrine em que zebras acontecem.

Vale lembrar que Pequim vive uma semana cheia também no masculino: o ATP 500 da capital chinesa marca o retorno de Jannik Sinner às quadras após quase dois meses parado. Ou seja, olho na China: entre o WTA 1000 e o ATP 500, a semana promete tênis de sobra para a madrugada brasileira. O Tênis Rock Clube acompanha os desdobramentos da final e traz o resultado assim que a bola parar em Pequim.

Informações: the Score e flashscore.