novak djokovic

O Rei Sem Coroa: 20 Recordes que Djokovic Estraçalhou no Australian Open 2026

Carlos Alcaraz pode ter vencido a batalha final por 2-6, 6-2, 6-3 e 7-5, mas o rastro de destruição estatística deixado por Novak Djokovic no caminho até a final é algo que talvez nunca mais vejamos. Aos 38 anos, o sérvio não está apenas jogando; ele está reescrevendo o que é possível.

O Clube dos 100 (x3) e as 400 Vitórias

  1. O Centurião Triplo: Ao bater Pedro Martinez na estreia, Nole se tornou o primeiro jogador (homem ou mulher) a somar 100 vitórias em três Grand Slams diferentes (Australian Open, Roland Garros e Wimbledon).

  2. A Barreira das 400: Na terceira rodada, ele atingiu a marca de 400 vitórias em Grand Slams. Federer (369) e Serena (367) ficaram comendo poeira.

  3. Mestre de Melbourne: Terminou o torneio com 104 vitórias no AO, superando as 102 de Roger Federer.

  4. Imbatível na Estreia: Estendeu sua sequência recorde para 76 vitórias consecutivas em primeiras rodadas de Slams. São 20 anos sem cair na estreia.

Longevidade que Desafia o Tempo

  1. O Finalista Mais Velho: Aos 38 anos e 255 dias, tornou-se o homem mais velho a chegar à final do AO na Era Aberta.

  2. Sombra de Rosewall: É o finalista de Grand Slam mais velho desde Ken Rosewall em 1974.

  3. 17 Temporadas de Elite: Chegou a pelo menos uma final de Major em 17 temporadas diferentes, quebrando o empate com Federer e Nadal (15).

  4. Eficácia Absurda: Chegou à sua 38ª final em 81 Majors disputados. Basicamente, se ele entra no torneio, ele tem quase 50% de chance de chegar à final.

Domínio Técnico e Mental

  1. Dono das Quartas: Chegou à sua 16ª quarta de final em Melbourne, superando o recorde de 15 de Federer.

  2. Recorde de Oitavas: Quebrou o recorde masculino com 70 aparições em oitavas de final de Grand Slams.

  3. Imunidade contra Qualifiers: Melhorou seu recorde para 32-0 contra jogadores vindos do qualifying em Majors.

  4. O Pesadelo do Top 5: Alcançou sua 20ª vitória sobre um Top 5 em Melbourne, igualando o recorde de Nadal (em Roland Garros) de vitórias contra a elite em um único Slam.

O Exterminador de Sequências (Sinner que o diga)

  1. Fim da Invasão Italiana: Encerrou a sequência de 19 vitórias seguidas de Jannik Sinner no Australian Open.

  2. Vingança Pessoal: Nole quebrou uma sequência de 5 derrotas seguidas para Sinner.

  3. Barreira Mental: Encerrou a sequência de 37 vitórias de Sinner contra jogadores que não se chamavam “Carlos Alcaraz” em Grand Slams.

  4. Proteção do Legado: Impediu que Sinner se tornasse o único homem além dele a vencer o AO três vezes seguidas na Era Aberta.

O Ranking e a Consistência

  1. Volta ao Top 3: Após 16 meses oscilando entre 4º e 7º, Nole retornou ao posto de número 3 do mundo.

  2. 14 Anos no Topo: Atingiu a marca bizarra de 757 semanas no Top 3 do ranking ATP.

  3. O Rei da Hard Court: Com a final, ele consolidou sua posição como o maior jogador de quadras rápidas da história, com 11 finais em Melbourne e 10 no US Open.

  4. Presença Recorde: Igualou Roger Federer e Feliciano López com 81 participações em chaves principais de Grand Slams.

Djokovic saiu de Melbourne sem o 25º Slam, mas saiu com a certeza de que, aos 38 anos, o “velhinho” ainda é o maior obstáculo entre a nova geração e a glória eterna. Ele não é o Roger Federer. Ele não é o Rafael Nadal. Mas gostando ou não, ele é um dos melhores de todos os tempos.